Este ano é de comemoração, a semana de arte moderna completou 85 anos e a tropicália 40 e para comemorar toda essa festa surgiu das periferias “a semana de arte moderna da periferia” (iniciativa que recupera a radicalidade de 1922 e da Tropicália, mas afirma, além disso, um Brasil que já não se espelha nas elites, nem aceita ser subalterno a elas). A organização do movimento está por conta da COOPERIFA-Cooperativa de Artistas da Periferia, 40 grupos da grade metropolitana de Sampa compreendem está cadeia de idealizadores do projeto. Toda a muvuca vai acontecer entre os dias 4 e 10 de novembro lá na zona sul da grande Sampa, com apresentações da “riqueza da produção cultural periférica”. A ação deste projeto afirma uma iniciativa importante para a conscientização da sociedade brasileira que tanto apela à cultura gringa e se esquece que na periferia também se faz música, cinema, poema,  arte em si.

Uma resposta para ““A arte que liberta não pode vir da mão que escraviza””

  1. joaquyna disse

    Eu gostei muito do seu comentário.

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